4.25.2008

Nearly lost you



E eu repito o interminável mantra: desprendimento, querida, desprendimento… e os catálogos vão acabando, os recortes me lembrando que sempre faltará algo, o arrancado e o nulo.


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E essa paixão que eu não entendo de onde veio e nem pra onde vai? Doce e doce. Doce.


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E preguiça de flog. Ninguém vê mesmo. Nem blog, mas esse é só pra mim, então, tá de boa.


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E preguiça de foto brega também. De cavalo e flor, então, nem se fala. PAREM de tirar foto de cavalo e flor AGORA que eu tô mandando.


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E o trabalho não acaba e o mau humor aqui, ó. Olha ele aqui.



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E em breve, os créditos iniciais. O problema é que esses filhosdasputas mudam todo dia. Dizem que isso é bom. Pode ser. Mas caaaaaaaaaaaaansa.