Dust my lemon lies with powder pink and sweetOk, vamos lá. Vou esvaziar meu estoque de posts semi-acabados antes que eu os perca ou desista deles de vez. Devo alertar que as próximas linhas não fazem o menor sentido. Não há contexto e a história, na maioria das vezes, é muito maior. Mas é isso ou nada, portanto, dêem-se por muito contentes.
Das nossas férias birutas:Mochilão bom por Salvador, mas mochilão chique, que Maqes tinha umas milhas lá e trocou numas passagens pra nós. Um calor, deusdocéu, nosso quarto na pousada era no terceiro andar, degraus enormes e o calor, credo, o calor. Aí ficamos por ali, tranqüilos, ali pela Barra. O mar é cheio de pedras mas fomos lá mesmo assim, que o calor esquentava a cerveja e os acarajés fermentavam em nossos estômagos muito rápido, então a gente ia ali no mar e esfriava a cabeça e o espírito e voltava para beber mais e continuar ali, falando bobeira, ficando de bobeira. Coisa boa. Depois fomos ali para Morro de São Paulo que nossa amiguinha tem uma pousada lá, e comemos lagosta e tomamos capeta e ficamos ali de bobeira mais uns dias, tomando sol, pulando da tirolesa absolutamente gigantesca e esquecendo das coisas; e falando inglês porque definitivamente os baianos atendem melhor os gringos e o Maqes já tem cara de gringo mesmo, e rindo quando íamos pagar a conta com o cartão do Banco do Brasil. Depois fomos ali para a Praia do Forte ver as tartarugas gigantes aprisionadas impiedosamente em piscininhas ridículas e pagar milhares de dólares nas camisetas do TAMAR. Tem mais, mas já esqueci. Só vendo as fotos agora.
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Dos meus amigos birutas:- Aí minha irmã foi marcar o ultrassom do Felipe pelo SUS. A moça disse que não poderia precisar uma data, que ligaria de volta confirmando. Minha irmã achou que aquilo não ia dar certo e resolveu fazer particular mesmo, e todos os outros exames pré-natal que a médica pediu também. Acabou esquecendo desse do SUS. Um dia liga a mulher do SUS: - Dona Fulana, seu ultrassom foi agendado para a próxima quinta-feira. E a minha irmã: Valeu, brigada, mas meu filho já tem quase um ano. E é saudável, só pra você saber.
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- Tô tendo uma overdose.
- Você deu dois pegas num fininho, não tá tendo overdose não.
- Tô sim, e vou morrer na sua casa e vou assombrar vocês por toda a eternidade.
(outro amigo se aproxima, vê a cena e se aproveita da teoria da overdose)- Tu tá vendo a luz, fofa? Segue a luuuuuuuuuzzzzzzz....
Mais tarde, fiquei curiosa:
- Que história foi essa de luz, meu bem?
- Vai que ela morre mesmo e fica te assombrando mesmo? Quis garantir o
crossover.
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Dos meus alunos birutas:- O que você fez nas férias?
- Lavei vasilha, tia.
- Ué, não passeou, não brincou?
- Lavar vasilha é legal, tia. Tem até campeonato lá em casa.
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Do Maqes biruta:Eu e Max assistindo o jornal, que não parava de falar nunca mais sobre o maldito buracão do metrô – que aliás, eu quero que se foda, não moro mais em São Paulo e tenho meus próprios buracos por aqui:
Repórter: As pessoas não tiveram tempo de tirar seus pertences das residências interditadas, que corriam risco de desabar. Dona Ofélia, amparada pela filha, bla bla bla...
Max, indignado: Uma velha? UMA VELHA? O repórter acabou de dizer que
UMA VELHA foi amparada pela filha?
Eu: Dona Ofélia, Maqes.
Max: Ah, tá. Pensei que eles tinham começado a perder o respeito.
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Das minhas intenções birutas:Meu professor de história da arte, que tem doutorado em não-sei-o-que-lá, escreve cruxificação, fala losângulo e não tem a menor idéia do que seja uma fieira para diadema. Você aí não precisa saber o que é uma fieira para diadema, mas ele tem a obrigação de saber o que é. E ainda vem me falar que, talvez, um grande empecilho para a minha bolsa de iniciação científica ser aprovada seja a má redação. Ah, vá se foder, seu merda.
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Já mencionei que tenho outro vira-lata agora, e que o nome dele é Biruta?