8.25.2006

Don't trust white people, they're no good, they're no good,
they're no good, they're no good.





Depois de tudo, a empregada saída do inferno especialmente pra me deixar louca vem aqui equilibrando um sorriso nessa cara torta dela e me trazendo uma xícara de café. Tenho certeza que ela cuspiu nesse troço. Tomara que seja só cuspe, mesmo.


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E essa puta anda roubando minhas calcinhas. Aquelas mesmo de vó, com a bunda grandona, que são as melhores pra usar quando você tá menstruada. Que ódio. E o pior é que nem posso falar nada, vai que ela resolve ir devolvendo aos pouquinhos, pra eu não perceber? Que noooooooooooojo.


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Fora minhas sopas de saquinho, danones, macarrões e xampus. E meu cofrinho. Não adianta por moeda, nunca tem um troquinho lá pra hora do desespero. Vaca maldita.


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E não é só isso não. A vadia, além de abrir o Balla 12 do Maqes sem a menor noção do perigo, preencheu o espaço vazio. Com água. Maqes ficou a ponto de fazê-la beber to-das as garrafas plásticas duvidosas do nosso botequinho particular. Baianinhas, Catuabas e até aquela Bola de Neve, que (valei-me, nossasenhora) não faço a mais pálida idéia de onde veio, mas já a vejo por ali há uns bons oito anos.


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Mas nós vamos nos vingar, eu e Maqes. Estamos divididos entre incendiar o barraco dela e tocar fogo nela diretamente. Se o próximo post for do Centro de Detenção Provisória de BH, vai ter valido a pena. Imensamente.