9.22.2005

Bottles and cans, just clap your hands and just clap your hands...



A pior coisa do mundo é água com gás sem gás. Provoca gumitos na pessoa, escuta o que eu tô falando.



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Pois é, essa história de água com gás surgiu no momento em que eu parei de tomar Coca-Cola, pelo menos durante a semana, e eu preciso de alguma bebida com gás. Não foi nenhuma crise natureba não, porque assumo meus vícios e nada me atrai mais do que um dia morrer deles. Foi o dotô mineiro, que fala “poblema”. O dotô jura que se formou em Medicina e que se especializou em Endocrinologia, o Médico das Gordas e Barangas. Como eu sou uma gorda (mas não sou baranga, que fique claro), e ele é o Médico das Gordas que aceita meu convênio (meu uma vírgula, do Maqes), fui lá. O poblema é a fast food daqui, o poblema é o sedentarismo de lá, dotô me pediu uns exames de gordo - colesterol e essas porras todas. Fiz os exames e levei lá. O poblema passou a ser minha taxa de triglicérides, que ele disse que estava muito alta. Sei não, acho 550 um número simpático. Depois de muitos berros (sério, o Seo Dotô berrava comigo), ele resolveu me dar umas anfetas das boas, não aquelas que o Walter Mercado tinha me passado. Coisa fina, com retenção de receita e direito a tarja preta. Fiquei feliz, já que agora nem sinto fome nem sede nem nada e fico bêbada muito mais rápido. Já emagreci um tanto, falta outro tanto. Falta-me Coca-Cola no sangue e só. De resto, acho que o diazepan ameniza... ah, nada como drogas químicas. Faz um bem danado.