2.25.2005

Just as soon as I belong, then it’s time I disappear






Que saco isso.

Tenho aqui um monte de posts semi-acabados e não consigo terminar nenhum. O tempo vai passando e eu pensando, amanhã vai dar tempo, pelo menos um deles, amanhã eu termino, e não consigo terminar merda nenhuma e mais bizarrices vão acontecendo nessa minha vida esquisita e nada de eu poder desabafar. Que saco.

Então vai duma vez um resumão. Maiores informações em C:\Documents and Settings\drilad\My Documents\abobrinhas\blog_sem_senha.doc.

Cara, tem aquele da nossa volta do Reveião em Ilha Grande na barca do lixo. Tão engraçadinha a história, você nem sabe. Não tinha barca para voltar. Todo mundo com mochilas de camping com aproximadamente 50 quilos cada. Todo mundo no píer com cara de imbecil. Um sol de rachar mamona. Um moço nos oferece uma lancha a 120 dinheiros por cabeça, por uma horinha de viagem. Max o manda ir se foder. Fefê começa a chorar. Lili já pensa em ir a nado até Angra. Chega um tiozinho com cara de bonzinho, e nos oferece uma carona. Dez mangos per pax. Vamo lá, tio, cadê o barco? Ali, com aquela montanha de lixo. Mas lá atrás é limpinho. E lá fomos nós, acenando para todos os iates chiques que cruzavam nosso caminho, felizes da vida, no meio do lixo. Segundo Max, estávamos no fundo do poço. E cavando.

Por falar em Ilha Grande, vi pela primeira vez em minha vida uma menina dando uma voadora num cara. Fefê disse que era a Tati Quebra Barraco, mas acho que era mentira.

Aliás, essa viagem foi muito boa, não tivesses sido os enquadros constantes em nosso camping. Ê puliça desocupada, essa. Vai pegar bandido e deixa a molecadinha fumar em paz.

O que me lembra que de contar sobre o outro post que nunca vou terminar, o da natação. Que me inscrevi na natação no Sesc por conta do rato morto que mora atrás do meu olho (aquele que os médicos insistem em chamar de sinusite), e que é muitíssimo agravado por essas seções nicotínicas e canabísticas freqüentes, próprias de feriados prolongados. E que a porra da piscina é mais lotada que o tal Piscinão de Ramos. E que dia desses uma gorda (bem mais gorda que eu, tá?) foi mergulhar e um sem-noção me dá um berro estrondoso lá do outro lado da piscina: TSUNAMI!!!. E que eu quase me afoguei de tanto rir.

Tem um aqui também explicando detalhadamente minha mais recente teoria sobre a Sociedade Secreta dos Enevenenadores de Maionese de Legumes dos Almoços por Kilo Brasileira, a SSEMLAKB. Faz sentido, se você pensar bem.

Tem um grande, o maior de todos, que fala sobre minha mudança de cidade. Caralho, esse é legal... vou terminar antes de dar a dica. Adianto apenas que envolve as palavras tô fora, do lar, Savassi e casamento de mentirinha. Uau.

Tem mais alguns, que falam sobre a nossa mudança do escritório (de novo), sobre a minha falta de grana (como sempre), sobre minha birra com gente burra (ã-han) e um novíssimo sobre gente macumbeira, e sobre como gente macumbeira é tão mais divertida que gente evangélica. Mas esses são menos importantes, então ficam pra outro dia.

Deixo registrado portanto, para todos os efeitos legais e a quem interessar possa, o meu não-desaparecimento.

Té mais.