On every street
Aí encontrei Lili no ônibus. Uau. Fazia bem uns seis ou sete anos que eu não a via, e foi, devo dizer, do caralho. Eu e Lili estudamos juntas na oitava série, e depois eu fui para um colégio e Lili para outro, mas ainda continuamos nos vendo bastante no primeiro ano do colegial (acho que nem se fala mais colegial... ensino médio, né? então tá). Lili estudou mais no meu colégio do que no dela esse ano. No milênio passado - cara, como parece longe – em 1992. Pelo que me lembro, Lili bombou esse ano na escola dela. Excesso de faltas, claro.
Depois, como acontece mesmo com essas amizades mesmo, os encontros foram rareando, Lili estava namorando sério e eu queria saber de apertar (como diz Adriano) uns três ou quatro por noite. Também teve a história do cartão de crédito, mas essa qualquer dia eu conto... é longa demais. Por conta disso ficamos proibidas de irmos na casa uma da outra, e, no final das contas, nada ajudou muito, acabamos perdendo o contato mesmo.
Lili ficou noiva, eu conheci Max e me apaixonei. Não tive mais notícias dela até que a encontramos no McDonald´s, no tempo em que eu ainda comia essa comida do demônio. Há uns seis ou sete anos, não me lembro. Lili iria se casar no próximo final de semana, mas nunca recebi o convite. Pensei até que ela estava brava comigo, mas depois ela me explicou que não era nada disso, e entendi.
E Lili casou-se e mudou-se para um lugar muito, muito longe. Lili não foi muito feliz no casamento e separou-se. Aconteceram tantas coisas nesse meio tempo que até fico surpresa. Lili, solteira novamente, começou a sair pra balada com a irmã de uma amiga minha da mesma escola, amiga essa que eu encontrei numa lista de ex-alunos, mandei um e-mail e saímos para comer pizza e botar as fofocas em dia. Esse encontro foi menos importante (até escreverei sobre ele, talvez), mas essa amiga me falou da Lili, que Lili sempre ia na casa dela e tal, e fiquei com aquela saudade que dói, sabe? Queria porque queria encontrar a Lili, e acho que eu quis com tanta força que aconteceu, no ônibus; entrei no ônibus e a Lili estava lá sentadinha, igualzinha e eu quase chorei.
Faz umas duas semanas que nos encontramos e estamos grudadas de novo, como era na oitava série. Lili veio no escritório, Lili dormiu na minha casa, Lili apertou Adriano. Eu não podia estar mais feliz, sério. Lili fez falta, mas agora passou.
Bem vinda de volta à minha vida, Lili.
....
Incrível como as coisas têm se encaminhado. Ando saltitante esses dias... fazia tempo. As coisas estão legais e se encaixando. Max vai ao médico ver o ombro que mexe-se sozinho. Aquela empresa voltou atrás e nos contratou. Adriano anda de bom humor e Felipe também. Meu roommate conseguiu uma peça bacana e vai tirar alguma grana, acho que isso o deixará de bom humor também. As coisas estão bem, muito bem, obrigada.
Só quero ver até quando.
Aí encontrei Lili no ônibus. Uau. Fazia bem uns seis ou sete anos que eu não a via, e foi, devo dizer, do caralho. Eu e Lili estudamos juntas na oitava série, e depois eu fui para um colégio e Lili para outro, mas ainda continuamos nos vendo bastante no primeiro ano do colegial (acho que nem se fala mais colegial... ensino médio, né? então tá). Lili estudou mais no meu colégio do que no dela esse ano. No milênio passado - cara, como parece longe – em 1992. Pelo que me lembro, Lili bombou esse ano na escola dela. Excesso de faltas, claro.
Depois, como acontece mesmo com essas amizades mesmo, os encontros foram rareando, Lili estava namorando sério e eu queria saber de apertar (como diz Adriano) uns três ou quatro por noite. Também teve a história do cartão de crédito, mas essa qualquer dia eu conto... é longa demais. Por conta disso ficamos proibidas de irmos na casa uma da outra, e, no final das contas, nada ajudou muito, acabamos perdendo o contato mesmo.
Lili ficou noiva, eu conheci Max e me apaixonei. Não tive mais notícias dela até que a encontramos no McDonald´s, no tempo em que eu ainda comia essa comida do demônio. Há uns seis ou sete anos, não me lembro. Lili iria se casar no próximo final de semana, mas nunca recebi o convite. Pensei até que ela estava brava comigo, mas depois ela me explicou que não era nada disso, e entendi.
E Lili casou-se e mudou-se para um lugar muito, muito longe. Lili não foi muito feliz no casamento e separou-se. Aconteceram tantas coisas nesse meio tempo que até fico surpresa. Lili, solteira novamente, começou a sair pra balada com a irmã de uma amiga minha da mesma escola, amiga essa que eu encontrei numa lista de ex-alunos, mandei um e-mail e saímos para comer pizza e botar as fofocas em dia. Esse encontro foi menos importante (até escreverei sobre ele, talvez), mas essa amiga me falou da Lili, que Lili sempre ia na casa dela e tal, e fiquei com aquela saudade que dói, sabe? Queria porque queria encontrar a Lili, e acho que eu quis com tanta força que aconteceu, no ônibus; entrei no ônibus e a Lili estava lá sentadinha, igualzinha e eu quase chorei.
Faz umas duas semanas que nos encontramos e estamos grudadas de novo, como era na oitava série. Lili veio no escritório, Lili dormiu na minha casa, Lili apertou Adriano. Eu não podia estar mais feliz, sério. Lili fez falta, mas agora passou.
Bem vinda de volta à minha vida, Lili.
....
Incrível como as coisas têm se encaminhado. Ando saltitante esses dias... fazia tempo. As coisas estão legais e se encaixando. Max vai ao médico ver o ombro que mexe-se sozinho. Aquela empresa voltou atrás e nos contratou. Adriano anda de bom humor e Felipe também. Meu roommate conseguiu uma peça bacana e vai tirar alguma grana, acho que isso o deixará de bom humor também. As coisas estão bem, muito bem, obrigada.
Só quero ver até quando.


0 Comments:
Postar um comentário
<< Home