Who let the dogs out?
Hoje tomei um chá de cadeira como há muito não tomava num freguêis (como diz o Max). Uma hora e meia ouvindo barulhinho de motor de dentista por um trabalhinho miserável. Logo eu, que não vou no dentista há anos, porque acho que todos eles têm pacto com o demônio.
Mas, como continuo miserável não posso me dar ao luxo de desprezar trabalhinhos miseráveis. E ainda era na Zona Leste. E ainda era na Vila Formosa. Isso é longe demais. Depois de repetir para mim mesma trezentas e quarenta e duas vezes “nunca-mais-vou-num-cliente-sem-consultar-o-apontador”, num momento Bart Simpson, comecei a concordar com o Felipe, que diz que as pessoas dão informações erradas de propósito. Whatever. Depois de tudo isso o tiozinho ainda me faz esperar por uma hora e meia. Caralho, UMA HORA E MEIA.
E eu fiquei uma hora e meia vendo desenho animado. Não, não é nada disso, eu adoro desenho animado. Mas, me pergunto, o que aconteceu com os desenhos? No meio de uma série de bizarrices, vi até um bicho esquisito metade cachorro metade gato. A metade dianteira de um cachorro colada na metade dianteira de um gato. Isso foi, sem dúvida, uma das coisas que mais me assustaram na última semana. E pensei: como funciona nesse treco a teoria do gato flutuante? Aquela lá, do pão com manteiga, sabe? Amarra o pão no gato... deixa pra lá. Fato é que eu sinto falta de desenhos com bichos falantes muito loucos de ácido se batendo gratuitamente.
A despeito da minha implicância com desenhos novos, ainda não desisti do meu sonho de correr a São Silvestre fantasiada de Bob Esponja. O Adriano fará a minha fantasia.
Hoje tomei um chá de cadeira como há muito não tomava num freguêis (como diz o Max). Uma hora e meia ouvindo barulhinho de motor de dentista por um trabalhinho miserável. Logo eu, que não vou no dentista há anos, porque acho que todos eles têm pacto com o demônio.
Mas, como continuo miserável não posso me dar ao luxo de desprezar trabalhinhos miseráveis. E ainda era na Zona Leste. E ainda era na Vila Formosa. Isso é longe demais. Depois de repetir para mim mesma trezentas e quarenta e duas vezes “nunca-mais-vou-num-cliente-sem-consultar-o-apontador”, num momento Bart Simpson, comecei a concordar com o Felipe, que diz que as pessoas dão informações erradas de propósito. Whatever. Depois de tudo isso o tiozinho ainda me faz esperar por uma hora e meia. Caralho, UMA HORA E MEIA.
E eu fiquei uma hora e meia vendo desenho animado. Não, não é nada disso, eu adoro desenho animado. Mas, me pergunto, o que aconteceu com os desenhos? No meio de uma série de bizarrices, vi até um bicho esquisito metade cachorro metade gato. A metade dianteira de um cachorro colada na metade dianteira de um gato. Isso foi, sem dúvida, uma das coisas que mais me assustaram na última semana. E pensei: como funciona nesse treco a teoria do gato flutuante? Aquela lá, do pão com manteiga, sabe? Amarra o pão no gato... deixa pra lá. Fato é que eu sinto falta de desenhos com bichos falantes muito loucos de ácido se batendo gratuitamente.
A despeito da minha implicância com desenhos novos, ainda não desisti do meu sonho de correr a São Silvestre fantasiada de Bob Esponja. O Adriano fará a minha fantasia.


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