1.21.2011
Sexo gostoso é que nem espirro: por mais que você tente, não vai acontecer enquanto seus olhos estiverem abertos.
11.21.2010
When the truth is found to be lies,
and all the joy within you dies
é, as coisas são bipolares assim: num momento estou inacreditavelmente deprimida por decobrir que a felicidade ia muito além daquilo que eu já tinha processado e aceito; e em seguida me descubro inacreditavelmente preocupada por estar cutucando demais a casquinha da tatuagem nova feita em los angeles.
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e você, como define suas prioridades?
and all the joy within you dies
é, as coisas são bipolares assim: num momento estou inacreditavelmente deprimida por decobrir que a felicidade ia muito além daquilo que eu já tinha processado e aceito; e em seguida me descubro inacreditavelmente preocupada por estar cutucando demais a casquinha da tatuagem nova feita em los angeles.
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e você, como define suas prioridades?
10.15.2010
Oh, e sim, eu volto na cara larga depois de um ano sem escrever e retomo as coisas como se nada tivesse acontecido, sem maiores explicações e sem o mínimo de dignidade. Como se vocês não me conhecessem o suficiente para se surpreenderem com esse tipo de coisa.
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Porque se não tem como mesmo o peixe morrer pela boca, ele acaba caçando um jeito de acontecer, nem que seja pela ponta dos dedos.
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Sants.
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Porque se não tem como mesmo o peixe morrer pela boca, ele acaba caçando um jeito de acontecer, nem que seja pela ponta dos dedos.
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Sants.
10.14.2010
A formiga só trabalha porque não sabe cantar
E eis que estou aqui de volta na velha luta contra esses demônios que dessa vez se disfarçaram tão bem, mas tão bem mesmo, que posso dizer que quase não os reconheci. Mas, porra, são eles mesmos, os mesmos, os eternos. Eles não mudam até porque eu também não mudo, embora insista na novidade e em caminhar tão pertinho da beira, mas tão pertinho mesmo, que qualquer hora uma pedrinha rola e eu caio. Mas vou cair com gosto. E depois levantar. Nada muda, caros. Ninguém muda e a vida não muda. Coisas acontecem, mas os demônios nos cerceiam. E precisamos deles, senão ao invés de caminharmos com cuidado, dispararemos a correr pela beira, e, caros, vovó já dizia que não se corre perto da beira, e mais importante, às vezes a chuva não é nossa amiga, e sim, nos resfriamos.
E eis que estou aqui de volta na velha luta contra esses demônios que dessa vez se disfarçaram tão bem, mas tão bem mesmo, que posso dizer que quase não os reconheci. Mas, porra, são eles mesmos, os mesmos, os eternos. Eles não mudam até porque eu também não mudo, embora insista na novidade e em caminhar tão pertinho da beira, mas tão pertinho mesmo, que qualquer hora uma pedrinha rola e eu caio. Mas vou cair com gosto. E depois levantar. Nada muda, caros. Ninguém muda e a vida não muda. Coisas acontecem, mas os demônios nos cerceiam. E precisamos deles, senão ao invés de caminharmos com cuidado, dispararemos a correr pela beira, e, caros, vovó já dizia que não se corre perto da beira, e mais importante, às vezes a chuva não é nossa amiga, e sim, nos resfriamos.
10.24.2009
8.27.2009
ô gente, falaí se o chris de burgh não parece o robeto carlos no "lady in red" ao vivo. coreografia e tudo.
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coelhinho, desculpa, mas tô bêbada. bebemos sua morte, como achamos que vc gostaria.
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nada que um campo largo branco suave com sprite diet não resolva. por deus, novalgina gotas em 1/4 do copo d´água é mais gostoso que isso.
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coelhinho, desculpa, mas tô bêbada. bebemos sua morte, como achamos que vc gostaria.
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nada que um campo largo branco suave com sprite diet não resolva. por deus, novalgina gotas em 1/4 do copo d´água é mais gostoso que isso.
8.16.2009
eu queria mesmo é saber quem é o viadinho de merda que cisma em criar galinha nessa porra de capital que jura que esse é o bairro mais residencial dessa bostinha de roça de cidadela do caralho, sob pena de atrapalhar meu soninho fofo da beleza que me proporciona esse humor tão peculiar.
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mal sei escrever, inda mais usar letra maiúscula no começo das frases e, nesses tempos de crise, crase.
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que São YR me proteja.
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mal sei escrever, inda mais usar letra maiúscula no começo das frases e, nesses tempos de crise, crase.
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que São YR me proteja.
8.12.2009
O filho da faxineira teve que voltar pra casa hoje por causa de um resfriado, e nas escolas eles não podem ver nem um espirrinho que já mandam a criança de volta. Como ele é o mais velho, teve que ficar com a bebê, que também foi mandanda de volta.
Aí ele ficou bravo:
- Por que eu tenho que ficar com a Gabi?
- Porque você é o irmão mais velho.
- E se eu não tivesse aqui, quem ia cuidar dela?
- Deus faz as coisas certas... é obra divina.
- Divina nada, é obra suína!
Aí ele ficou bravo:
- Por que eu tenho que ficar com a Gabi?
- Porque você é o irmão mais velho.
- E se eu não tivesse aqui, quem ia cuidar dela?
- Deus faz as coisas certas... é obra divina.
- Divina nada, é obra suína!
8.05.2009
I stay away
Minha tintura agora é Mel Escuro Irisado, já ouviu falar? A moça da caixinha arrasa. Comprei, o resultado não chegou nem perto, e uma aluna ainda perguntou se eu era ruiva de nascença. Vai se foder, Elsève do carai.
....
E eu fazendo uma escova e vizinho perguntando se tava tudo bem...
....
O tributo-velório-funeral e/ou show rolando ali e eu não me envergonho de falar que fiquei emotivada com o depoimento da Julia Roberts... ou nem era ela... não devia ser Janet Jackson porque provavelmente eles guardariam o melhor para o final... Rachel Green? Ô gente, era uma famosa aí. Não importa, me emotivei e pronto.
(update: lembrei, era a Brooke Shields... muito, muito emotivante.)
....
E esse povo bundão por aí me fodendo enquanto meu bebê está doente e não tem cura. Quero ver macho botando o próprio na roda pra salvar o meu.
....
Olho para o chão e percebo que o hidratante auto-bronzeador que ando usando nos pés está deixando minhas unhas amarelas porque meu creme vagabundo da Avon acabou e não tenho dinheiro para comprar outro. Antes que eu entendesse que era o creme, chorei noites a fio implorando misericórdia.
....
Ó, ano que vem to velha bagarai e tem que ter filho, comprar casa e ganhar salário (hoho) de verdade. E eu metendo pau no carnê que com certeza vai dar busca e apreensão.
....
Não quero dar aula nunca mais na minha vida. Coisa horrenda do capeta.
....
E eu aqui ouvindo Roupa Nova, Maqes nanando (até porque são três e meia da manhã), e nenhuma Lilica Fidida nem Anine pra cantar comigo. Solitáááária.
....
Me apaixonei por Rolling Stones para todo o sempre. Vai entender.
....
E esse vício besta, de criança, que levou meu espelho pra longe? Não consigo ver Rodrigo Santoro nem em comercial agora. E dá uma dor aqui, sabe? Ninguém entende e nem é para ser explicada, mas dói e dói e a gente sente o dia todo, essa coisa aqui apertando e pedindo logo pra acabar. Uma hora acaba.
....
E esse meu marido que me dá uns presentes que ele nem liga, mas que são um tudo: no meu aniversário, veio morar conosco uma orquídea tão linda, mas tão linda, que pedi a ela que ficasse mais um pouquinho; e a danada mais do que depressa aceitou o convite, e se espalhou ali no vasinho da floricultura mesmo, de uma tal forma, que não me atrevo mais a mexer. Só conto umas piadas e, eventualmente, dou-lhe um copo d´água.
....
É uma merda: Xup´s veio e foi embora, Marí “(BRÓCOLIS... O QUE É ISSO?) lia chegou na bota e causou, mas acabou que só sobrou um colchão f(i)dido, o povo todo veio aqui e foi embora, o povo vem e vai na mesma proporção que vamos e vimos, e as coisas acontecendo e eu sonhando com a morte e com a mudança e o aluguel da casa nova e a compra da casa e com as possibilidades, as coisas apertando e afrouxando, eu preocupadíssima com meu preto e minha preta mas mesmo assim testando uma receita nova e o mundo começando a ficar mais bagunçado e eu me perguntando se a dose do Prozac está suficiente.
....
Frivolidades à parte, sabe essa beleza que tem nas coisas? Em todas as coisas do mundo? Eu não acreditava que existia e agora eu vejo. Morra de inveja, mero mortal. Agora eu vejo.
....
Eu queria ficar aqui escrevendo, escrevendo um monte... mas é uma bosta, a gente nunca faz o que quer. Nunca, não importa.
Minha tintura agora é Mel Escuro Irisado, já ouviu falar? A moça da caixinha arrasa. Comprei, o resultado não chegou nem perto, e uma aluna ainda perguntou se eu era ruiva de nascença. Vai se foder, Elsève do carai.
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E eu fazendo uma escova e vizinho perguntando se tava tudo bem...
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O tributo-velório-funeral e/ou show rolando ali e eu não me envergonho de falar que fiquei emotivada com o depoimento da Julia Roberts... ou nem era ela... não devia ser Janet Jackson porque provavelmente eles guardariam o melhor para o final... Rachel Green? Ô gente, era uma famosa aí. Não importa, me emotivei e pronto.
(update: lembrei, era a Brooke Shields... muito, muito emotivante.)
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E esse povo bundão por aí me fodendo enquanto meu bebê está doente e não tem cura. Quero ver macho botando o próprio na roda pra salvar o meu.
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Olho para o chão e percebo que o hidratante auto-bronzeador que ando usando nos pés está deixando minhas unhas amarelas porque meu creme vagabundo da Avon acabou e não tenho dinheiro para comprar outro. Antes que eu entendesse que era o creme, chorei noites a fio implorando misericórdia.
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Ó, ano que vem to velha bagarai e tem que ter filho, comprar casa e ganhar salário (hoho) de verdade. E eu metendo pau no carnê que com certeza vai dar busca e apreensão.
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Não quero dar aula nunca mais na minha vida. Coisa horrenda do capeta.
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E eu aqui ouvindo Roupa Nova, Maqes nanando (até porque são três e meia da manhã), e nenhuma Lilica Fidida nem Anine pra cantar comigo. Solitáááária.
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Me apaixonei por Rolling Stones para todo o sempre. Vai entender.
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E esse vício besta, de criança, que levou meu espelho pra longe? Não consigo ver Rodrigo Santoro nem em comercial agora. E dá uma dor aqui, sabe? Ninguém entende e nem é para ser explicada, mas dói e dói e a gente sente o dia todo, essa coisa aqui apertando e pedindo logo pra acabar. Uma hora acaba.
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E esse meu marido que me dá uns presentes que ele nem liga, mas que são um tudo: no meu aniversário, veio morar conosco uma orquídea tão linda, mas tão linda, que pedi a ela que ficasse mais um pouquinho; e a danada mais do que depressa aceitou o convite, e se espalhou ali no vasinho da floricultura mesmo, de uma tal forma, que não me atrevo mais a mexer. Só conto umas piadas e, eventualmente, dou-lhe um copo d´água.
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É uma merda: Xup´s veio e foi embora, Marí “(BRÓCOLIS... O QUE É ISSO?) lia chegou na bota e causou, mas acabou que só sobrou um colchão f(i)dido, o povo todo veio aqui e foi embora, o povo vem e vai na mesma proporção que vamos e vimos, e as coisas acontecendo e eu sonhando com a morte e com a mudança e o aluguel da casa nova e a compra da casa e com as possibilidades, as coisas apertando e afrouxando, eu preocupadíssima com meu preto e minha preta mas mesmo assim testando uma receita nova e o mundo começando a ficar mais bagunçado e eu me perguntando se a dose do Prozac está suficiente.
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Frivolidades à parte, sabe essa beleza que tem nas coisas? Em todas as coisas do mundo? Eu não acreditava que existia e agora eu vejo. Morra de inveja, mero mortal. Agora eu vejo.
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Eu queria ficar aqui escrevendo, escrevendo um monte... mas é uma bosta, a gente nunca faz o que quer. Nunca, não importa.
4.13.2009
Live and let die
Em Búzios, num cruzeiro:
- Ô gente, todos os funcionários aqui são filipinos?
- Nada, tem um monte de gente de Bali.
- Credemcruz, nem sei onde fica Bali.
- Uai, na Balinésia!
....
Em Belo Horizonte:
- Tenho certeza que ano passado o Carnaval caiu no começo do mês.
- Nada, foi no final.
- Começo.
- Final.
Chama-se o garçom:
- Moço, você lembra quando caiu o Carnaval ano passado?
- Não lembro direito, mas tenho quase certeza que foi numa quinta-feira.
....
O guia turístico, na Serra do Cipó:
- Essas pinturas rupestres são de antes da Pandora rachar.
- Pangéia.
- Pandora.
- Pandora é a da caixa.
- Mas tem Pandora também...
- Não, não tem.
- Puxa, aprendi mais uma.
....
Em Florianópolis:
- Todo mundo fala do Rio, mas pelo menos lá o crime é organizado... e aqui que é uma bagunça?
.....
Em São Paulo:
- Fica tranqüilo, tua parcela deve ficar em torno de mil, mil e quinhentos... nessa faixa etária.
....
Êeeeeeeeee braziuzão.
Em Búzios, num cruzeiro:
- Ô gente, todos os funcionários aqui são filipinos?
- Nada, tem um monte de gente de Bali.
- Credemcruz, nem sei onde fica Bali.
- Uai, na Balinésia!
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Em Belo Horizonte:
- Tenho certeza que ano passado o Carnaval caiu no começo do mês.
- Nada, foi no final.
- Começo.
- Final.
Chama-se o garçom:
- Moço, você lembra quando caiu o Carnaval ano passado?
- Não lembro direito, mas tenho quase certeza que foi numa quinta-feira.
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O guia turístico, na Serra do Cipó:
- Essas pinturas rupestres são de antes da Pandora rachar.
- Pangéia.
- Pandora.
- Pandora é a da caixa.
- Mas tem Pandora também...
- Não, não tem.
- Puxa, aprendi mais uma.
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Em Florianópolis:
- Todo mundo fala do Rio, mas pelo menos lá o crime é organizado... e aqui que é uma bagunça?
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Em São Paulo:
- Fica tranqüilo, tua parcela deve ficar em torno de mil, mil e quinhentos... nessa faixa etária.
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Êeeeeeeeee braziuzão.
3.27.2009
1.29.2009
Somethin's wrong cause my mind is fading,
and everywhere I look there's a dead end waiting
Ok, eu tentei fazer outro blógue. Mas não deu, sabe? Tem gente que fica fugindo de paparazzi bloguístico (é assim que escreve paparazzi?), ou melhor, que precisa fugir dos ditos cujos, mas eu não, sabe? Não preciso porque vivo no anonimato total. No mundo real e no virtual e nesse mundo que só existe aqui dentro da minha cabeça também. E eu preciso desse blógue aqui, porque ele já virou uma coisa fora do controle, e me chama, e me traz, e me cobra, e fica puto quando eu dou as costas alegando falta de tempo, ou inspiração, ou vontade. Porque sempre é mentira. Claro. Então voltei: o novo blógue prometia uma mentira por dia, mas era mentira. Todas as mentiras eram verdades. Comecei com uma de leve... mas não quis, porque as filhas das putas eram todas verdades. De lá resolvi não trazer nada, deixa como está. Algumas, tímidas, pedem para vir e me incomodam, e quem sabe eu possa lidar com elas aqui também? Veremos. Baby steps, honey. Baby steps.
....
Feliz doismiuinove.
and everywhere I look there's a dead end waiting
Ok, eu tentei fazer outro blógue. Mas não deu, sabe? Tem gente que fica fugindo de paparazzi bloguístico (é assim que escreve paparazzi?), ou melhor, que precisa fugir dos ditos cujos, mas eu não, sabe? Não preciso porque vivo no anonimato total. No mundo real e no virtual e nesse mundo que só existe aqui dentro da minha cabeça também. E eu preciso desse blógue aqui, porque ele já virou uma coisa fora do controle, e me chama, e me traz, e me cobra, e fica puto quando eu dou as costas alegando falta de tempo, ou inspiração, ou vontade. Porque sempre é mentira. Claro. Então voltei: o novo blógue prometia uma mentira por dia, mas era mentira. Todas as mentiras eram verdades. Comecei com uma de leve... mas não quis, porque as filhas das putas eram todas verdades. De lá resolvi não trazer nada, deixa como está. Algumas, tímidas, pedem para vir e me incomodam, e quem sabe eu possa lidar com elas aqui também? Veremos. Baby steps, honey. Baby steps.
....
Feliz doismiuinove.
12.20.2008
10.25.2008
10.24.2008
9.20.2008
A friend with weed is better
Yeah, right.
....
Vem aqui hospedar dois gaúchos e depois me diz se tu é homem messssssmo.
Yeah, right.
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Vem aqui hospedar dois gaúchos e depois me diz se tu é homem messssssmo.
9.05.2008
8.11.2008
Short memory
Faz um tempo, uns dois anos, um amigo que estudou comigo no primário inventou de me colocar como moderadora (ou mediadora, sei lá qual é o termo certo) da comunidade do colégio onde estudamos. Dele eu me lembro perfeitamente, um japa tímido e muito, muito, muito inteligente, seguindo o padrão. Encontrei mais meia dúzia de pessoas daquela época. Meia dúzia é exagero, umas quatro, que foi o máximo de amigos antigos que minha memória pode trazer à tona. Ok, o tempo passou e eu esqueci até da tal comunidade. Pra você ver o quanto sou boa no quesito lembranças. Aí que hoje resolvi dar uma olhada nessa comunidade. Achei um tópico lá que procurava pessoas que estudaram na mesma época que eu. Tinha umas cinquenta respostas. Fuçei, entrei em perfis, olhei fotos, li recados, pesquisei amigos, amigos de amigos, nomes de professores, inspetores, relatos de viagens, comunicados de morte de colegas, fiz o que pude. Mas não lembro de absolutamente ninguém. Absolutamente ninguém.
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Será que sou eu a lesada demais ou o resto do mundo que é muito esperto?
Faz um tempo, uns dois anos, um amigo que estudou comigo no primário inventou de me colocar como moderadora (ou mediadora, sei lá qual é o termo certo) da comunidade do colégio onde estudamos. Dele eu me lembro perfeitamente, um japa tímido e muito, muito, muito inteligente, seguindo o padrão. Encontrei mais meia dúzia de pessoas daquela época. Meia dúzia é exagero, umas quatro, que foi o máximo de amigos antigos que minha memória pode trazer à tona. Ok, o tempo passou e eu esqueci até da tal comunidade. Pra você ver o quanto sou boa no quesito lembranças. Aí que hoje resolvi dar uma olhada nessa comunidade. Achei um tópico lá que procurava pessoas que estudaram na mesma época que eu. Tinha umas cinquenta respostas. Fuçei, entrei em perfis, olhei fotos, li recados, pesquisei amigos, amigos de amigos, nomes de professores, inspetores, relatos de viagens, comunicados de morte de colegas, fiz o que pude. Mas não lembro de absolutamente ninguém. Absolutamente ninguém.
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Será que sou eu a lesada demais ou o resto do mundo que é muito esperto?
7.28.2008
I got hell looking up, heaven looking down
Sabe que até que foi muito muito muito mais legal do que eu imaginei? Esses meninos da república são uns fofos. Cuidaram tão bem de nós que me apaixonei pelo camping de alvenaria. Pena que a coisa toda acaba e logo pulam aqui na minha frente as contas, as malditas contas, trampo, contas, tosse, contas, asma, contas, voz rouca por demais e contas, muitas contas. E vamo que vamo, merda, trabalhar mais e mais pra pagar as contas demoníacas.
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Falar em demoníaca, não é que tinha uma cama lá possuída pelo demônio? A belzebu-sem-vergonha quebrou sem motivo aparente, quase fez Anine adquirir uma simpática fratura de fêmur, se recusou a passar pelo corredor, deu um jeito de apagar a luz e depois ainda ficava esticando a perninha pra gente tropeçar. Tentamos convencer os moradores a queimá-la, mas eles não quiseram. Então não há mais nada que possamos fazer. Agora estão lá eles com a cama-exu e eu aqui, tendo pesadelos com a dita cuja chegando de madrugada aqui em casa pra me buscar. Creda.
....
E, finalmente, falar em creda, vai ali baixar Pathology que é do caralho. Não, inda não estreou. Sim, vale a pena piratear.
Sabe que até que foi muito muito muito mais legal do que eu imaginei? Esses meninos da república são uns fofos. Cuidaram tão bem de nós que me apaixonei pelo camping de alvenaria. Pena que a coisa toda acaba e logo pulam aqui na minha frente as contas, as malditas contas, trampo, contas, tosse, contas, asma, contas, voz rouca por demais e contas, muitas contas. E vamo que vamo, merda, trabalhar mais e mais pra pagar as contas demoníacas.
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Falar em demoníaca, não é que tinha uma cama lá possuída pelo demônio? A belzebu-sem-vergonha quebrou sem motivo aparente, quase fez Anine adquirir uma simpática fratura de fêmur, se recusou a passar pelo corredor, deu um jeito de apagar a luz e depois ainda ficava esticando a perninha pra gente tropeçar. Tentamos convencer os moradores a queimá-la, mas eles não quiseram. Então não há mais nada que possamos fazer. Agora estão lá eles com a cama-exu e eu aqui, tendo pesadelos com a dita cuja chegando de madrugada aqui em casa pra me buscar. Creda.
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E, finalmente, falar em creda, vai ali baixar Pathology que é do caralho. Não, inda não estreou. Sim, vale a pena piratear.
7.15.2008
Estou há mais de ano cogitando o que fazer com o canteiro onde estava o “plantão”. O “plantão” era uma planta bem das vagabundas, e não faço a menor idéia do nome dela, mas que dava uma folha i-men-sa e daquele verde tão verdinho de planta, que você passa a adorá-la, mesmo sendo horrorosa como é. Quando nos mudamos pra essa casa, ela já morava aqui e,exagerada, nem se incomodou em não atrapalhar a garagem. Esparramou-se com o prazer dos arrogantes, suas folhas gigantescas a bloquear meia garagem. Tive um certo respeito por ela, moradora mais antiga que era. Deixamo-a como quis, e usamos a outra garagem. Aí chegou uma empregada absolutamente tapada, e não entendeu que o “plantão” estava ali, reinando solene, simplesmente, e não só a podou demais, como passou a jogar todas as folhas secas que varria em cima do pobre “plantão”. Ele não resistiu aos ferimentos e, com múltiplas fraturas e escoriações graves, veio a falecer pouco após a chegada do Biruta. O canteiro morreu, simplesmente. Nessa época minha mãe estava aqui, doente, sem andar, sem movimento das mãos. Eu não vi que o “plantão” estava morrendo. Fui negligente, confesso. Mas, o que há de se fazer? Eu gostava do “plantão”, admirava-o. Mas ele se foi, e sobrou só a árvore das flores mais vermelhas que já vi. O resto é uma terra que resseca muito rápido em volta, e eu aqui matutando o que plantar ali. Tem que ser algo à altura do “plantão”: resistente, imponente, folgado, exibicionista. Vira e mexe rodo numas lojas de plantas e assunto aqui, assunto ali. Em meio a esse meu delírio do canteiro perfeito, em homenagem ao “plantão”, nem percebi que os cachorros já tomaram conta do canteiro. Vivem cavocando a terra que mais parece uma areia agora, enterram coisas, coçam as costas, sujam as unhas e patas. E adoram. Eu, burrinha assim, não liguei uma coisa à outra. E eis que hoje, durante a sessão regação-que-a-moça-do-tempo-disse-que-não-vai-chover-nunca-mais, tive uma epifania. O canteiro é dos cachorros agora, sua tonta. Não tem mais terra pra eles em lugar nenhum, as ruas são asfaltadas e não vamos a parques. Aquele pedacinho de 1x0,5m é tudo o que eles têm de contato com a terra, e agora são donos de lá. Até as plantas entenderam, você não acreditaria: nem mato cresce ali. Nem um capinzinho de nada.
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Aí fico me perguntando agora: será que o “plantão” sacrificou seu espaço pros meus filhos? Será que ele soube que esses serão os únicos filhos que terei?
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Aí fico me perguntando agora: será que o “plantão” sacrificou seu espaço pros meus filhos? Será que ele soube que esses serão os únicos filhos que terei?
7.10.2008
And you can't always get what you want, honey.
You can't always get what you want.
You can't always get what you want.
....
Yeah, yeah, I heard you the first time.
You can't always get what you want.
You can't always get what you want.
....
Yeah, yeah, I heard you the first time.
6.26.2008
6.25.2008
Excuse me while i kiss the sky
Liberdade é estar num lugar onde celulares (essas coisinhas do demo) simplesmente não funcionam.
Liberdade é estar num lugar onde celulares (essas coisinhas do demo) simplesmente não funcionam.
Laje sobre o Tietê. Taí um nogoço que eu não posso morrê sem vê.
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Tô achando que é roubada, mas... já me inscrevi. Bora ver no que dá.
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Isso (ou aquilo) não vai dar certo, e sabe por quê? As pessoas são umas putas e mentem.
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Cansei de ser simpática. Tô com saudade da minha grosseria fofa e doce.
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É promessa, daquelas de tranca-rua: rola meia dúzia de rompimentos comportamentais, ou mais.
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Não é pra fazer sentido pra vocês, queridos. Vão lavar dois tanques de roupa e deixem minhas resoluções de ano novo pessoal em paz.
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Tô achando que é roubada, mas... já me inscrevi. Bora ver no que dá.
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Isso (ou aquilo) não vai dar certo, e sabe por quê? As pessoas são umas putas e mentem.
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Cansei de ser simpática. Tô com saudade da minha grosseria fofa e doce.
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É promessa, daquelas de tranca-rua: rola meia dúzia de rompimentos comportamentais, ou mais.
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Não é pra fazer sentido pra vocês, queridos. Vão lavar dois tanques de roupa e deixem minhas resoluções de ano novo pessoal em paz.
6.13.2008
Essa semana fui dar uma oficina de livro gigante. A diretora da escola pediu para que usássemos o tema "festa junina", que está por acontecer. Resolvi então escrever com eles (pequeninos, 6 ou 7 anos) a história da Dona Pipoca e do Seu Amendoim. Antes, claro, comecei a contar a história de São João e a lenda do milho, só para quebrar o gelo. Eis que estou eu lá, toda empolgada, cheia de caras e bocas, quando vejo de rabo de olho um menino de braços cruzados e cara emburrada.
- O que foi, meu bem?
- Sou evangélico. Não posso ouvir história de santo.
- Não pode nem ouvir? É só uma lenda, não quer dizer que aconteceu.
- Não posso. Odeio santo.
Uma menina, sentada ao lado dele, se horrorizou:
- O sangue de Jesus tem poder! PROFESSORA, ESSE MENINO TÁ AMARRADO!!!
....
Valeu cada centavo de gasolina gasto pra ir até o outro lado da cidade.
- O que foi, meu bem?
- Sou evangélico. Não posso ouvir história de santo.
- Não pode nem ouvir? É só uma lenda, não quer dizer que aconteceu.
- Não posso. Odeio santo.
Uma menina, sentada ao lado dele, se horrorizou:
- O sangue de Jesus tem poder! PROFESSORA, ESSE MENINO TÁ AMARRADO!!!
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Valeu cada centavo de gasolina gasto pra ir até o outro lado da cidade.
6.09.2008
Hating all the faking
Tyra não engana ninguém com essa história de "super-size". Não mete essa de ficar perto de gordo pra parecer mais magro. Na boa.
....
Dessa vez fui mais esperta e já olhei no site gringo. O que reafirma: Tyra quer, definitivamente, parecer mais magra (fecha spoiler).
Tyra não engana ninguém com essa história de "super-size". Não mete essa de ficar perto de gordo pra parecer mais magro. Na boa.
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Dessa vez fui mais esperta e já olhei no site gringo. O que reafirma: Tyra quer, definitivamente, parecer mais magra (fecha spoiler).
Aposto vinte centavos que, imediatamente após ler o post abaixo, Max pensou: "yeah, fluoxetina rules".
6.06.2008
When you got nothing, you got nothing to lose,
you're invisible now, you got no secrets to conceal.
O aniversário foi foda. F-O-D-A. Amei, tava todo mundo lá. Até Carol e Álvaro vieram de São Paulo com meu afilhado fofo e delícia. Fiquei doida e dormi na fogueira e fiquei doida e joguei bingo e fiquei doida e apaguei uma vela de pinto e fiquei doida e perdi no truco e fiquei doida e entrei na piscina gelada e fiquei doida e conheci gente nova e fiquei doida e perambulei pela grama e fiquei doida e dei risada e fiquei doida e abracei e beijei as pessoas. Foda. Trintão bem começado, esse. Duvido que você já tenha tido uma festa assim. Nunca me senti tão feliz.
....
Logo em seguida festa junina com direito a aluguel de fantasia chique. Maquiagem e tranças. Dança de quadrilha. Pinga com mel. Um fininho só, que a seca em BH é a pior dos últimos vinte anos, conforme informações de fonte idônea. Música ruim e risadas. Mais dança e risadas e beijos e piadas e cerveja e pastel de angu com recheio de queijo molinho puxa-puxa. Nunca me senti tão feliz.
....
O amor de lá e a paixão daqui, ou vice-versa. Não importa. Importa é que o vazio tem sido preenchido. Amor e marido e amigos e mãe e tia e amor e cães e gata e peixes e paixão e a novidade e o frio na barriga e a saudade e o amor. Nunca me senti tão feliz.
....
Pé torcido, inchado e meio roxo; unha descolando do dedo; muitos quilos a mais do que eu gostaria; estágio sete horas da madrugada; outro estágio na Febem; cabelo assumidamente solto e enrolado e grandão; mil trabalhos e provas e projetos e textos e ensaios e leituras; e o sono, deusdocéu, o sono aqui. E mesmo assim nunca me senti tão feliz.
you're invisible now, you got no secrets to conceal.
O aniversário foi foda. F-O-D-A. Amei, tava todo mundo lá. Até Carol e Álvaro vieram de São Paulo com meu afilhado fofo e delícia. Fiquei doida e dormi na fogueira e fiquei doida e joguei bingo e fiquei doida e apaguei uma vela de pinto e fiquei doida e perdi no truco e fiquei doida e entrei na piscina gelada e fiquei doida e conheci gente nova e fiquei doida e perambulei pela grama e fiquei doida e dei risada e fiquei doida e abracei e beijei as pessoas. Foda. Trintão bem começado, esse. Duvido que você já tenha tido uma festa assim. Nunca me senti tão feliz.
....
Logo em seguida festa junina com direito a aluguel de fantasia chique. Maquiagem e tranças. Dança de quadrilha. Pinga com mel. Um fininho só, que a seca em BH é a pior dos últimos vinte anos, conforme informações de fonte idônea. Música ruim e risadas. Mais dança e risadas e beijos e piadas e cerveja e pastel de angu com recheio de queijo molinho puxa-puxa. Nunca me senti tão feliz.
....
O amor de lá e a paixão daqui, ou vice-versa. Não importa. Importa é que o vazio tem sido preenchido. Amor e marido e amigos e mãe e tia e amor e cães e gata e peixes e paixão e a novidade e o frio na barriga e a saudade e o amor. Nunca me senti tão feliz.
....
Pé torcido, inchado e meio roxo; unha descolando do dedo; muitos quilos a mais do que eu gostaria; estágio sete horas da madrugada; outro estágio na Febem; cabelo assumidamente solto e enrolado e grandão; mil trabalhos e provas e projetos e textos e ensaios e leituras; e o sono, deusdocéu, o sono aqui. E mesmo assim nunca me senti tão feliz.
5.10.2008
Release control, we're breaking through
Fim de noite numa gafieira: serve pra descorbrir que tem coisas que o dinheiro literalmente não compra.
....
Plano de aula: Escher. Projeto fanzine: Escher. Trabalho de cor: Escher. Tô achando que rola um apaixonamento unilateral.
....
Amigos fofos: colar de fuxico e tiara de pano divertida, presente gostoso que chega a brotar lagriminha.
....
Aniversário chegando: gripe na certa, com manchas vermelhas aqui e ali. Scary.
....
Aniversário chegando: a grande virada dos 30. Tem festa grande lá no meio do mato. A grande virada, espero.
....
Aniversário chegando: quem é essa mulher me olhando de volta no espelho? E o que emnomededeus ela fez no cabelo pra ficar desse jeito?
Fim de noite numa gafieira: serve pra descorbrir que tem coisas que o dinheiro literalmente não compra.
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Plano de aula: Escher. Projeto fanzine: Escher. Trabalho de cor: Escher. Tô achando que rola um apaixonamento unilateral.
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Amigos fofos: colar de fuxico e tiara de pano divertida, presente gostoso que chega a brotar lagriminha.
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Aniversário chegando: gripe na certa, com manchas vermelhas aqui e ali. Scary.
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Aniversário chegando: a grande virada dos 30. Tem festa grande lá no meio do mato. A grande virada, espero.
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Aniversário chegando: quem é essa mulher me olhando de volta no espelho? E o que emnomededeus ela fez no cabelo pra ficar desse jeito?
5.08.2008
4.29.2008
irmão: Aí eles estão tentando regularizar a prostituição. Acho que vai rolar tipo um CREA das putas.
eu: Justo.
irmão: Só que, nesse caso, obviamente seria CREU.
....
saudades da família de mentirinha.
eu: Justo.
irmão: Só que, nesse caso, obviamente seria CREU.
....
saudades da família de mentirinha.
Oh, sit there, oh, count those raindrops.
Oh, feel'em falling down, honey, all around you.
Camping. Rock. Amanhã. Foda.
....
Coisa de hippie sujo, como disse meu amigo novo. Adoro.
Oh, feel'em falling down, honey, all around you.
Camping. Rock. Amanhã. Foda.
....
Coisa de hippie sujo, como disse meu amigo novo. Adoro.
4.28.2008
Hoje é assim. Amanhã poderá não ser. Ou melhor, não será. Se tudo der certo.
....
Créditos iniciais
Soundgarden - Outshined
Acordando
Slayer – Angel of Death
Primeiro dia de aula
Smashing Pumpkins – Bullet with butterfly wings
Se apaixonando
Rolling Stones – Not fade away
Música da briga
Portishead – Fun for me
Terminando tudo
Smiths - What difference does it make?
Formatura
Guns n’ Roses – Used to love her
Aproveitando a vida
Sisters of Mercy – Gimme Shelter
Caindo aos pedaços
Red Hot Chilli Peppers – Scar Tissue
Dirigindo
Audioslave – Like a stone
Flashback
Talk Talk – It’s my life
Reatando o namoro
Temple of the Dog – Hunger Strike
Casamento
Sex Pistols – My way
Pagando os pecados
Traccia Mista – I´m a believer
A véspera da guerra
Foo Fighters – Walking after you
Momento de Triunfo
R.E.M. – Drive
Cena da morte
Fun Love Criminals – Scooby’s Snacks
Música do Funeral
Metallica – The memory remains
Créditos Finais
Screaming Trees – Nearly lost you
Bonus Track
Michael Jackson – The way you make me feel
....
Créditos iniciais
Soundgarden - Outshined
Acordando
Slayer – Angel of Death
Primeiro dia de aula
Smashing Pumpkins – Bullet with butterfly wings
Se apaixonando
Rolling Stones – Not fade away
Música da briga
Portishead – Fun for me
Terminando tudo
Smiths - What difference does it make?
Formatura
Guns n’ Roses – Used to love her
Aproveitando a vida
Sisters of Mercy – Gimme Shelter
Caindo aos pedaços
Red Hot Chilli Peppers – Scar Tissue
Dirigindo
Audioslave – Like a stone
Flashback
Talk Talk – It’s my life
Reatando o namoro
Temple of the Dog – Hunger Strike
Casamento
Sex Pistols – My way
Pagando os pecados
Traccia Mista – I´m a believer
A véspera da guerra
Foo Fighters – Walking after you
Momento de Triunfo
R.E.M. – Drive
Cena da morte
Fun Love Criminals – Scooby’s Snacks
Música do Funeral
Metallica – The memory remains
Créditos Finais
Screaming Trees – Nearly lost you
Bonus Track
Michael Jackson – The way you make me feel
4.25.2008
Todo dia eu passo por um quadrinho lindinho aqui de casa, que comprei não lembro onde. Tem umas ilustras de comidinhas. Lindinho. Todo dia eu passo por ele e digo: esse quadro está torto. Precisa ser arrumado. E passo por ele, simplesmente. E todo dia a cena se repete, todo santo dia, every single fuckin’ day.
....
Bem vindo ao meu mundo.
....
Bem vindo ao meu mundo.
Nearly lost you
E eu repito o interminável mantra: desprendimento, querida, desprendimento… e os catálogos vão acabando, os recortes me lembrando que sempre faltará algo, o arrancado e o nulo.
....
E essa paixão que eu não entendo de onde veio e nem pra onde vai? Doce e doce. Doce.
....
E preguiça de flog. Ninguém vê mesmo. Nem blog, mas esse é só pra mim, então, tá de boa.
.....
E preguiça de foto brega também. De cavalo e flor, então, nem se fala. PAREM de tirar foto de cavalo e flor AGORA que eu tô mandando.
....
E o trabalho não acaba e o mau humor aqui, ó. Olha ele aqui.
.....
E em breve, os créditos iniciais. O problema é que esses filhosdasputas mudam todo dia. Dizem que isso é bom. Pode ser. Mas caaaaaaaaaaaaansa.
E eu repito o interminável mantra: desprendimento, querida, desprendimento… e os catálogos vão acabando, os recortes me lembrando que sempre faltará algo, o arrancado e o nulo.
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E essa paixão que eu não entendo de onde veio e nem pra onde vai? Doce e doce. Doce.
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E preguiça de flog. Ninguém vê mesmo. Nem blog, mas esse é só pra mim, então, tá de boa.
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E preguiça de foto brega também. De cavalo e flor, então, nem se fala. PAREM de tirar foto de cavalo e flor AGORA que eu tô mandando.
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E o trabalho não acaba e o mau humor aqui, ó. Olha ele aqui.
.....
E em breve, os créditos iniciais. O problema é que esses filhosdasputas mudam todo dia. Dizem que isso é bom. Pode ser. Mas caaaaaaaaaaaaansa.
3.12.2008
Ah, tá, tem novidade. Maqes foi (re)transferido (de volta) pra São Paulo. Pensaremos no que fazer a respeito.
Só pra minha preta (e/ou um dos posts mais inspirados de todos os tempos)
Favor comparecer em honrada companhia de sua alma imortal ao setor 1 (hum), imediatamente, se possível e de vossa vontade assim for. (...)
Favor comparecer em honrada companhia de sua alma imortal ao setor 1 (hum), imediatamente, se possível e de vossa vontade assim for. (...)
2.29.2008
Digging the grave
Logo no meu primeiro dia de estágio (não-remunerado, então foda-se):
- Ei tia!
- Não sou sua tia.
- Desculpa. Professora, você vai dar aula de matemática?
- Tá doida?
Sinto dedinhos me cutucando. Odeio cutucos e odeio dedinhos cutucantes.
- Oi, eu sou a professora de matemática.
- Sinto muito. Por você.
....
Vamos ao bolão: quanto tempo vocês acham que levarei até ser despedida? Mas sem apostas infundadas, por favor. Lembrem-se que ser despedido de um estágio não remunerado é para poucos.
Logo no meu primeiro dia de estágio (não-remunerado, então foda-se):
- Ei tia!
- Não sou sua tia.
- Desculpa. Professora, você vai dar aula de matemática?
- Tá doida?
Sinto dedinhos me cutucando. Odeio cutucos e odeio dedinhos cutucantes.
- Oi, eu sou a professora de matemática.
- Sinto muito. Por você.
....
Vamos ao bolão: quanto tempo vocês acham que levarei até ser despedida? Mas sem apostas infundadas, por favor. Lembrem-se que ser despedido de um estágio não remunerado é para poucos.
2.28.2008
Descobri que estou enjoada de todas as cinco mil, seiscentas e oitenta e uma músicas da minha playlist; de todas as cento e pouquinhas do meu iPobre, e também das quatrocentas e tantas do meu celular novo, lindo e chique que ganhei do Maqes e que veio com um inacreditável cartão de dois gibas (como diz minha mami informatizada até o osso). Então, bora baixar mais uma tonelada de power metal, speed metal, black metal, viking metal, war metal, death metal, black-death metal, brutal-death metal, grindcore, metalcore, trash metal e trashcore, até que meus ouvidos voltem a sangrar e eu sinta saudades de coisas como Thompson Twins e Spandau Ballet.
2.14.2008
We would like to say
Things go both ways
Então, o carnaval foi isso. Foi uma merda descobrir que sou oficialmente uma tiazinha. Fizemos amigos novos, e duas amigas muito fofas também, o que é uma raridade; bebemos muito muito muito muito mesmo; a música era horrível, mas até que num dia lá acordamos às oito e pouco da madrugada com um Black Sabbath qualquer; sete pessoas num quarto minúsculo, das quais pelo menos três estavam doidas pra transar; muita chuva e a tal da Praça Tiradentes que cheira mesmo a xixi. Na boa, balada de moleque. Eu não tenho mais energia, mas me comportei como tal, com direito a vomitar na rua e tudo mais. Foi legal. Eu não poderia morrer sem ter passado um carnaval lá. Ou poderia, agora jamais saberei.
....
Teve coisas boas, sim. Sempre tinha um cara te servindo cerveja super gelada e os bixos são deliciosamente mal tratados. Os moradores da república são em sua maioria uma simpatia, e a casa estava sempre limpinha e arrumadinha e coisetal. Pena que meu fígado, pobre fígado, não acompanhe mais. Pena.
....
E minhas aulas que recomeçaram? Ai que preguiça. Calmacalmacalma, só mais dois anos, repito para mim mesma, mas parece que não resolve. Dois anos é muito tempo. E dois anos não são porra nenhuma.
....
Vou arrumar meu guarda roupa. Se nenhuma criatura mutante de tentáculos gelequentos (adoro falar gelequento) nascida da cruza de cartinhas de amor infantis com apostilas de química analítica quantitativa IV me sugar lá pra dentro, devo reaparecer em breves dois ou três meses. Paciência, pois.
Things go both ways
Então, o carnaval foi isso. Foi uma merda descobrir que sou oficialmente uma tiazinha. Fizemos amigos novos, e duas amigas muito fofas também, o que é uma raridade; bebemos muito muito muito muito mesmo; a música era horrível, mas até que num dia lá acordamos às oito e pouco da madrugada com um Black Sabbath qualquer; sete pessoas num quarto minúsculo, das quais pelo menos três estavam doidas pra transar; muita chuva e a tal da Praça Tiradentes que cheira mesmo a xixi. Na boa, balada de moleque. Eu não tenho mais energia, mas me comportei como tal, com direito a vomitar na rua e tudo mais. Foi legal. Eu não poderia morrer sem ter passado um carnaval lá. Ou poderia, agora jamais saberei.
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Teve coisas boas, sim. Sempre tinha um cara te servindo cerveja super gelada e os bixos são deliciosamente mal tratados. Os moradores da república são em sua maioria uma simpatia, e a casa estava sempre limpinha e arrumadinha e coisetal. Pena que meu fígado, pobre fígado, não acompanhe mais. Pena.
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E minhas aulas que recomeçaram? Ai que preguiça. Calmacalmacalma, só mais dois anos, repito para mim mesma, mas parece que não resolve. Dois anos é muito tempo. E dois anos não são porra nenhuma.
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Vou arrumar meu guarda roupa. Se nenhuma criatura mutante de tentáculos gelequentos (adoro falar gelequento) nascida da cruza de cartinhas de amor infantis com apostilas de química analítica quantitativa IV me sugar lá pra dentro, devo reaparecer em breves dois ou três meses. Paciência, pois.
1.29.2008
Here comes the rain again
Por algum motivo que desconheço, hoje reconheci que adentrei 2008 total e absurdamente viciada em repelente, fofoca, óculos de grau, drogas naturais, artificiais, de venda livre, controlada ou ilícita, Project Runway, cereja fresca, música confortável, ócio improdutivo e pensamentos suicidas. Isso pode não ser exatamente um bom sinal.
….
- Adorei aquele incenso que você me deu. Já procurei em tudo quanto é lugar e não acho. Quando passar na lojinha, compra outro pra mim?
- Claro, mas nem lembro qual incenso era…
- O nome eu também não sei, porque na caixinha tava tudo escrito em indianês…
….
Carnaval em Ouro Preto. Numa república. Tenho bons pressentimentos.
….
O André me disse que Ouro Preto no carnaval cheira a xixi. Acredito. Salvador também cheira, e nem carnaval era.
….
Vontade de ver um filme de kung fu.
Por algum motivo que desconheço, hoje reconheci que adentrei 2008 total e absurdamente viciada em repelente, fofoca, óculos de grau, drogas naturais, artificiais, de venda livre, controlada ou ilícita, Project Runway, cereja fresca, música confortável, ócio improdutivo e pensamentos suicidas. Isso pode não ser exatamente um bom sinal.
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- Adorei aquele incenso que você me deu. Já procurei em tudo quanto é lugar e não acho. Quando passar na lojinha, compra outro pra mim?
- Claro, mas nem lembro qual incenso era…
- O nome eu também não sei, porque na caixinha tava tudo escrito em indianês…
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Carnaval em Ouro Preto. Numa república. Tenho bons pressentimentos.
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O André me disse que Ouro Preto no carnaval cheira a xixi. Acredito. Salvador também cheira, e nem carnaval era.
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Vontade de ver um filme de kung fu.
1.25.2008
When I was a child I had a fever
Lembra? Eu lembrava. Vi esse filme pela última vez - antes de ontem, claro - quando tinha uns 13-14 anos, nooooossa, foi um dos filmes da minha vida. Careta estava eu no dia que vi, mas descareteei por causa dele, acho. Atazanei Maqes por anos, porque ele tinha que ver esse filme, sabe? TINHA que ver. Eu também tinha que ver de novo. Comprei algumas vezes o DVD, mas nunca que tinha legenda. Eu canto todas essas músicas sozinha aqui quando sozinha aqui, sei o que querem dizer, mesmo com meu parco inglês, mas eu precisava mostrar pro Maqes com legendas, sabe? E isso me torturou, porque tínhamos que ver. E ontem vimos, graças aos meus novos poderes eMulísticos. E eu pirei menos, mas pirei. Dei risada até. E descobri que a tal febre, a do Pinky, foi por causa do rato... uma crise de lactospirose, como diz minha empregada debilóide. Ou talvez só uma crise de amor, dessas que fazem definhar. Pode ser isso. Um caso agudo de amor dolorido e feio, desesperado e inútil. Mas que mantém esse muro alto, e, deusdocéu, como precisamos desse muro.
....
Vou ali criar mais algumas fileiras de tijolos e já volto.
Lembra? Eu lembrava. Vi esse filme pela última vez - antes de ontem, claro - quando tinha uns 13-14 anos, nooooossa, foi um dos filmes da minha vida. Careta estava eu no dia que vi, mas descareteei por causa dele, acho. Atazanei Maqes por anos, porque ele tinha que ver esse filme, sabe? TINHA que ver. Eu também tinha que ver de novo. Comprei algumas vezes o DVD, mas nunca que tinha legenda. Eu canto todas essas músicas sozinha aqui quando sozinha aqui, sei o que querem dizer, mesmo com meu parco inglês, mas eu precisava mostrar pro Maqes com legendas, sabe? E isso me torturou, porque tínhamos que ver. E ontem vimos, graças aos meus novos poderes eMulísticos. E eu pirei menos, mas pirei. Dei risada até. E descobri que a tal febre, a do Pinky, foi por causa do rato... uma crise de lactospirose, como diz minha empregada debilóide. Ou talvez só uma crise de amor, dessas que fazem definhar. Pode ser isso. Um caso agudo de amor dolorido e feio, desesperado e inútil. Mas que mantém esse muro alto, e, deusdocéu, como precisamos desse muro.
....
Vou ali criar mais algumas fileiras de tijolos e já volto.
1.23.2008
Estamos agora, eu e Maqes, de dieta macrobiótica, tudo natureba, tudinho. Inclusive cerveja, que diz que tem cevada, e se tem cevada, é natural e integral. Pretendemos emagrecer, juntos, o equivalente a uma criança de dez anos. Boa sorte para nós.
A empregada veio me contar que vai casar nesse final de semana, creio que com segundas intenções. Mas olha só, que agora sou uma pessoa calma, que toma remédios controlados mil, que dorme melhor e que come coisas naturais e integrais. Fingi que não entendi, dei os parabéns e bola pra frente. Aparentemente as crises de consciência pesada diluíram-se com a ansiedade e saíram, todinhas, na cerveja que vomitei sábado, no meio de todo mundo, de frente pro bar da casa de xôu e na cara do bartender.
Maqes é uma coisa doutromundo mesmo. Aí ele viu no Mercado Livre essas caixinhas de som aqui e correu para satisfazer essa minha tara por coisas munitinhas que beira o ridículo. Só um problema: os olhos dessa coisa realmente mexem conforme a música. Não sei se conseguirei viver com pingüins assustadores revirando os óinho a cada Slayer live in Budapest. Essa noite já rolou um pesadelozinho básico, depois eu conto.
Descobrimos que uma Belina 78 não agüenta a viagem de BH pra São Paulo. Se você tem uma, esquece. Ela não agüenta.
Minina, falar em não agüenta, deu uma praga de pernilongo aqui em casa que eu vou te contar. Já se foram litros de repelente. Odeio ter que usar repelente na minha própria casa. E logo em seguida vejo na televisão que Minas é área de risco de febre amarela. Pronto. Nunca mais dormirei tranquila. Quem mandou morar na roça? Em tempo: velas de citronela não funcionam. Juro que mandarei uma foto dum mosquito pousado na porra da vela acesa pro fabricante dessa merda, exigindo uma indenização milionária.
Agora eu sou uma pessoa muito muderrrrrrna, que sabe baixar filmes, colocar legenda e gravar em DVD, e sabe até gravar cópias dos filmes pros amigos. Mas se você acha que esse é o cúmulo da pirataria, é porque não me viu ripando um DVD pirataço dum show do Stooges, que foi copiado por um amigo de outro amigo que comprou por trêrreau. Os pirateadores que se cuidem, que essa minha galera não tem escrúpulos. Logo estarão desempregados, assim como nós.
....
Como sempre, tem mais coisa pra dizer, mas simplesmente não me lembro. Fica para a próxima, e bom 2008 pra vocês.
A empregada veio me contar que vai casar nesse final de semana, creio que com segundas intenções. Mas olha só, que agora sou uma pessoa calma, que toma remédios controlados mil, que dorme melhor e que come coisas naturais e integrais. Fingi que não entendi, dei os parabéns e bola pra frente. Aparentemente as crises de consciência pesada diluíram-se com a ansiedade e saíram, todinhas, na cerveja que vomitei sábado, no meio de todo mundo, de frente pro bar da casa de xôu e na cara do bartender.
Maqes é uma coisa doutromundo mesmo. Aí ele viu no Mercado Livre essas caixinhas de som aqui e correu para satisfazer essa minha tara por coisas munitinhas que beira o ridículo. Só um problema: os olhos dessa coisa realmente mexem conforme a música. Não sei se conseguirei viver com pingüins assustadores revirando os óinho a cada Slayer live in Budapest. Essa noite já rolou um pesadelozinho básico, depois eu conto.
Descobrimos que uma Belina 78 não agüenta a viagem de BH pra São Paulo. Se você tem uma, esquece. Ela não agüenta.
Minina, falar em não agüenta, deu uma praga de pernilongo aqui em casa que eu vou te contar. Já se foram litros de repelente. Odeio ter que usar repelente na minha própria casa. E logo em seguida vejo na televisão que Minas é área de risco de febre amarela. Pronto. Nunca mais dormirei tranquila. Quem mandou morar na roça? Em tempo: velas de citronela não funcionam. Juro que mandarei uma foto dum mosquito pousado na porra da vela acesa pro fabricante dessa merda, exigindo uma indenização milionária.
Agora eu sou uma pessoa muito muderrrrrrna, que sabe baixar filmes, colocar legenda e gravar em DVD, e sabe até gravar cópias dos filmes pros amigos. Mas se você acha que esse é o cúmulo da pirataria, é porque não me viu ripando um DVD pirataço dum show do Stooges, que foi copiado por um amigo de outro amigo que comprou por trêrreau. Os pirateadores que se cuidem, que essa minha galera não tem escrúpulos. Logo estarão desempregados, assim como nós.
....
Como sempre, tem mais coisa pra dizer, mas simplesmente não me lembro. Fica para a próxima, e bom 2008 pra vocês.
12.13.2007
Mother, did it need to be so high?
Eu lembro que tinha uma piada, que acho que era na verdade uma fábula disfarçada de piada, sobre um cara que não agüentava a bagunça dos filhos em casa, e foi conversar com o padre da cidade. Aí o padre mandou ele botar uma galinha em casa, no meio da sala, e depois uma dúzia de galinhas, depois um bode e um porco e não sei o que mais. Aí, quando o cara tava à beira da loucura, o padre mandou-o se livrar dos bichos, e ele agradeceu eternamente ter apenas a bagunça dos filhos. Então, sabe essa piada? É a minha vida de semanas pra cá.
E eis que andava eu chateada, deprimida, sem vontade de cantar uma bela canção, querendo o divórcio e/ou suicídio social, imaginando porque diabos as coisas eram tão do jeito que eu não queria que fossem. Olhaí, tonta, o que te aguarda, não fosse esse marido que agüenta tuas loucuras sem reclamar, que faz tuas vontades, que te mima e te ama. Vai lá, estúpida, e pede o divórcio. Mas pede agora que tu não tens onde morar; aproveita e volta para a praia, essa mesma que reclamas tanto de estar longe. E tem mais, volta a morar com tua mãe, que é um doce e te entende e yadda yadda yadda. E prepare-se para ouvir, até o fim dos teus dias infelizes, frases como:
- Essa mulher que você foi visitar não trabalha não? (porque chegaste depois da meia noite numa quarta feira, e a tal “mulher” era, até dias antes, aquela menina simpática)
- Claro que você não entregou os filmes que eu pedi. Você não se lembra de nada que eu te peço. (depois de intermináveis e torturantes passeios no shopping, logo tu, que és claustrofóbica)
- Por isso esses cachorros estão deprimidos, essa ração que vocês dão para eles é uma merda. (raçãozinha “merda” que custa, por quilo, mais caro que filé de peito de frango)
- Porque você não joga essa bagunça logo toda fora? (“essa bagunça”, no caso, consiste em tua mesa de trabalho: anotações, papéis, provas, cd´s, calculadoras, amostras, impressora e computador)
- Você vai ter coragem de ir de chinelo? (sendo que: 1) o lugar onde tu vais é a locadora, justamente para devolver os filmes idiotas; 2) a locadora fica a três quadras da tua casa e 3) foda-se, tá um calor da porra)
- Vamos pregar aquele quadro ali que aqui não tá muito bom. (e tu odeias o quadro e está só esperando ela ir embora para icinerar o coisa-ruim)
- Vamos pregar aquele quadro ali que aqui não tá muito bom. (e tu tentas despistar e “amanhã pregamos, mãe”)
- Vamos pregar aquele quadro ali que aqui não tá muito bom. (e tu finges que não ouviu)
- Vamos pregar aquele quadro ali que aqui não tá muito bom. (e tu desistes... e pregas a bosta do quadro e fica amaldiçoando tua incapacidade de dizer não)
.....
Caso eu sobreviva, ainda tem mais: natal e ano novo com elas. Elas quem? Minha sogra está vindo, chega hoje. Vai ser um espetáculo.
Eu lembro que tinha uma piada, que acho que era na verdade uma fábula disfarçada de piada, sobre um cara que não agüentava a bagunça dos filhos em casa, e foi conversar com o padre da cidade. Aí o padre mandou ele botar uma galinha em casa, no meio da sala, e depois uma dúzia de galinhas, depois um bode e um porco e não sei o que mais. Aí, quando o cara tava à beira da loucura, o padre mandou-o se livrar dos bichos, e ele agradeceu eternamente ter apenas a bagunça dos filhos. Então, sabe essa piada? É a minha vida de semanas pra cá.
E eis que andava eu chateada, deprimida, sem vontade de cantar uma bela canção, querendo o divórcio e/ou suicídio social, imaginando porque diabos as coisas eram tão do jeito que eu não queria que fossem. Olhaí, tonta, o que te aguarda, não fosse esse marido que agüenta tuas loucuras sem reclamar, que faz tuas vontades, que te mima e te ama. Vai lá, estúpida, e pede o divórcio. Mas pede agora que tu não tens onde morar; aproveita e volta para a praia, essa mesma que reclamas tanto de estar longe. E tem mais, volta a morar com tua mãe, que é um doce e te entende e yadda yadda yadda. E prepare-se para ouvir, até o fim dos teus dias infelizes, frases como:
- Essa mulher que você foi visitar não trabalha não? (porque chegaste depois da meia noite numa quarta feira, e a tal “mulher” era, até dias antes, aquela menina simpática)
- Claro que você não entregou os filmes que eu pedi. Você não se lembra de nada que eu te peço. (depois de intermináveis e torturantes passeios no shopping, logo tu, que és claustrofóbica)
- Por isso esses cachorros estão deprimidos, essa ração que vocês dão para eles é uma merda. (raçãozinha “merda” que custa, por quilo, mais caro que filé de peito de frango)
- Porque você não joga essa bagunça logo toda fora? (“essa bagunça”, no caso, consiste em tua mesa de trabalho: anotações, papéis, provas, cd´s, calculadoras, amostras, impressora e computador)
- Você vai ter coragem de ir de chinelo? (sendo que: 1) o lugar onde tu vais é a locadora, justamente para devolver os filmes idiotas; 2) a locadora fica a três quadras da tua casa e 3) foda-se, tá um calor da porra)
- Vamos pregar aquele quadro ali que aqui não tá muito bom. (e tu odeias o quadro e está só esperando ela ir embora para icinerar o coisa-ruim)
- Vamos pregar aquele quadro ali que aqui não tá muito bom. (e tu tentas despistar e “amanhã pregamos, mãe”)
- Vamos pregar aquele quadro ali que aqui não tá muito bom. (e tu finges que não ouviu)
- Vamos pregar aquele quadro ali que aqui não tá muito bom. (e tu desistes... e pregas a bosta do quadro e fica amaldiçoando tua incapacidade de dizer não)
.....
Caso eu sobreviva, ainda tem mais: natal e ano novo com elas. Elas quem? Minha sogra está vindo, chega hoje. Vai ser um espetáculo.
12.01.2007
E outra, kassab-e-sua-caça-bendita-aos-outdoors-malditos, acho ótimo. Gosto dele. Principalmente porque moro em BH.
E falar em faculdade, dia desses vou botar a foto de um trabalho meu aqui que causou. Dia desses que eu aprender a botar fotos.
Falar em ONG, meu antigo chefe me pediu para voltar. Aquele mesmo que mandei ir tomar no cu. Aparentemente o cara que contrataram pra me substituir roubou um monitor flét e a torre também. Pentium sei lá o que, mas suuuuuuuuper muderrrrrrno; e por esse motivo apenas me tornei imediatamente a única e exclusiva opção mais viável. Vou lá, né? Custa nada. Minha única condição: trabalhar em casa. Ainda não terminei a faculdade e não terei direito a cela especial (homicídio duplamente qualificado... cela especial... sacou?).

